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Já ouviu falar em Engenharia Reversa?

Ao pensar em engenharia é muito provável que na sua cabeça apareça a ideia de construção, de pilares e obras sendo construídas do zero, mas nem sempre é assim que funciona. A engenharia reversa é a prova disso. O conceito trata-se de destrinchar o funcionamento tecnológico de um determinado sistema, objeto ou dispositivo por meio da análise de suas funções, estruturas e modo de trabalho. Por exemplo, o seu relógio de pulso quebra e você tenta desmontar o aparelho, após conseguir consertar e entender o que estava errado, você monta ele de novo. Isso é engenharia reversa. 

Simplificando, a engenharia reversa poderia ser o ato de primeiro desmontar um equipamento para entender cada pedaço do projeto e assim, analisar seus componentes e entender o passo a passo para que aquela construção ocorresse. Esse conceito está cada vez mais se tornando uma importante área de pesquisas para o avanço das tecnologias, pois permite que dispositivos e objetos sejam estudados e melhorados pelos concorrentes.

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Assim, é possível compreender o comportamento de um software e entender qual é a construção utilizada e os seus métodos. Ao conhecer como o software funciona, é possível adaptar, melhorar ou até mesmo incrementar as suas funções. Por isso, para empresas, a engenharia reversa pode ser útil para aumentar a segurança, já que as falhas encontradas durante o uso cotidiano podem ser corrigidas a tempo de evitar prejuízos e como bônus, ganhar destaque no mercado.Atualmente, o conceito de engenharia reversa é utilizado para desenvolver novos produtos, baseando-se em tecnologias criadas pelas companhias que lideram o mercado. Do ponto de vista econômico, essa prática é positiva porque permite que a tecnologia avance sem que seja necessário que investimentos em novas pesquisas sejam realizados. Desde a sua primeira utilização, a engenharia reversa cresceu muito, e hoje possibilita desde o entendimento e melhoria daquilo que se estuda, até a descoberta de novos métodos e alternativas.

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