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Métodos de Conservação de Alimentos: O que sua empresa precisa saber?

Métodos de Conservação de Alimentos: O que sua empresa precisa saber?

O que são métodos de conservação de alimentos?

São processos realizados em alimentos em busca da extensão da qualidade, validade e propriedades vitais dos mesmos.

O melhor processo é aquele que garante a conservação e que menos altera as condições naturais dos produtos.

Por que conhecer mais sobre esses métodos?

1. Garantir a perpetuação do seu negócio

Em negócios da área alimentícia, muitas vezes o tempo de validade do produto acaba se tornando uma limitação para a expansão de todo o empreendimento. 

Como solucionar isso? Analise sobre como está sendo feita a conservação de alimentos!

Existem diversos métodos de conservação que podem ser colocados em prática e nós da Fluxo Consultoria temos experiência com isso..

2. Reduzir desperdícios

Cada vez mais a preocupação com a natureza aumenta. Empresas que são reguladas e conseguem explorar menos o mundo são mais bem vistas e bem sucedidas.

Por isso, é importante prestar atenção no uso dos produtos e a conservação deles, para que a empresa gere menos lixo e haja menos desperdício.

Principais métodos de conservação de alimentos

1. Conservação pelo calor

Apesar de ser sempre um vilão nas cozinhas, por aumentar a degradação dos alimentos, o calor é utilizado por esse método de conservação a seu favor.

Pasteurização

Tem como objetivo a destruição de microrganismos patogênicos através da elevação da temperatura a mais de 100 °C e o rápido resfriamento em seguida. 

É um método eficaz para segurança alimentar e preservação de características naturais dos alimentos.

Além disso, costuma aumentar a longevidade dos alimentos pois atua na redução das taxas de alterações microbiológicas e enzimáticas.

Esterilização

A esterilização é o processo de elevar a temperatura acima de 100 graus e eliminar  microrganismos patogênicos.

Infelizmente, as modificações sensoriais neste processo são na cor, sabor, aroma e consistência.

Já as alterações nutricionais implicam nas perdas de vitaminas C, e também nas vitaminas A e E se não houver presença de oxigênio e de vitamina B1 em alimentos que possuam baixa acidez.

2. Conservação pelo frio

Refrigeração

É a forma mais comum de evitar a rápida deterioração dos alimentos.  A refrigeração é o abaixamento da temperatura do alimento entre -1,5° C a 10°C.

Quase sempre é utilizada como forma de preservar um produto enquanto ele não passa para a próxima etapa.

Esse método é delicado, pois cada alimento tem sua própria temperatura de resfriamento.

Assim, é importante estudar que alimentos estará resfriando, para saber as propriedades de cada um.

Congelamento

Esse método consiste em reduzir a temperatura do alimento entre -40º C a -10ºC, garantindo que 80% da água livre seja transformada em gelo e haja menos atividade de microorganismos.

O congelamento gera alta durabilidade dos produtos, pois garante a redução da deterioração por microorganismos.

Contudo causa alteração do produto por interferir nos tecidos vivos. 

Ainda, a severidade do dano por congelamento é afetada pela combinação de tempo e temperatura, assim como ocorre o dano pelo frio.

3. Conservação pelo controle de umidade

Secagem natural

É o processo de realizar a evaporação da água dos produtos de forma natural.

Essa secagem natural é realizada normalmente em locais com temperaturas médias de 35 °C a 40 °C.

A umidade deve ser reduzida ao sol, entre 50% a 70%, e à sombra, a fim de que se preserve a cor e o aroma natural.

É um processo de baixíssimo custo, quando feito de forma natural. Contudo, nem todas as regiões possuem tal clima, e muitos apelam para a secagem artificial.

Desidratação

É o método de secagem artificial, em que o ar quente entra com uma velocidade de 0,5 m/s a 3 m/s e baixa umidade quando se trata de transferência de calor por convecção.

Normalmente, esse processo preserva mais as vitaminas que a secagem natural.

4. Conservação por aditivos

Segundo a ANVISA, os aditivos são definidos como qualquer ingrediente adicionado intencionalmente aos alimentos, sem propósito de nutrir, mas com o objetivo de mudar as:

  • características físicas
  • químicas
  • biológicas e/ou sensoriais durante a fabricação
  • processamento
  • preparação
  • tratamento
  • embalagem
  • acondicionamento
  • armazenagem
  • transporte ou manipulação de um alimento

Adição de sal

Pode ser realizado em alimentos úmidos, em alimentos com água, ou secos, em alimentos com redução de umidade.

 O sal atua diminuindo a quantidade de água no produto, o que diminui também o crescimento de microrganismos no produto.

Adição de açúcar

O açúcar é adicionado em doces, geléias e outros alimentos para retardar o desenvolvimento de microrganismos.

Ácido Cítrico

Uma das suas utilizações é a de aumentar a capacidade antioxidante de outros aditivos, reduzindo a descoloração de frutos e desenvolvimento de sabores estranhos e contribuindo para a retenção de vitamina C.

É ainda estabilizador da acidez de constituintes alimentares, aromatizante e ajuda a dar consistência à geleias

5. Conservação por defumação

Fumaça

É o processo de aplicação de fumaça, produzida pela combustão de madeiras especializadas, aos alimentos.

A fumaça, junto com o calor, reduz a umidade e, assim, ajuda a controlar o desenvolvimento de microorganismos.

Na fumaça ainda existem fenóis, que são antioxidantes que reduzem a oxidação das gorduras, deixando os alimentos mais seguros.

4. Os métodos de conservação podem afetar meu produto?

Sim, os conservantes químicos ou naturais podem alterar o sabor e a textura de acordo com a quantidade adicionada ao produto.

Para evitar esse problema, nós da Fluxo Consultoria, realizamos uma Análise Sensorial para determinar a quantidade de conservante pode ser adicionada a receita sem alterar o sabor e a textura do produto.

Fluxo Consultoria

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O que é Fluxo?

Somos uma empresa júnior, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, de acordo com a Lei 13.267/2016, e realizamos projetos de consultoria em engenharia. 

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